REDE DO BEM PROMOVE AÇÃO DE COMBATE AO TRABALHO INFANTIL NO SEGUNDO DIA DE CAMPANHA

A mobilização de Combate ao Trabalho Infantil realizada pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social, em parceria com o Conselho Tutelar e o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, continuou nesta quinta-feira (21). A ação de hoje foi feita pelos técnicos do projeto de inclusão social, Rede do Bem – Cuidando do Nosso Povo, e abrangeu a fixação de cartazes nos pontos comerciais dos Residenciais Sol do Cerrado, Solar dos Buritis e Vista Alegre e nas comunidades Santa Cruz e Conquista.

Muitas pessoas acompanharam e aprovaram a iniciativa do governo municipal de conscientizar e alertar a população acerca da necessidade de erradicar a exploração do trabalho infantil. “Lugar de criança é na escola e quando não está estudando, deve estar brincando. O pessoal da prefeitura colou um cartaz em meu estabelecimento e fico muito satisfeito em apoiar essa importante ação”, exclamou o comerciante Antônio Souza.

A secretária da pasta, Rose Sanderson, comemorou a participação dos cidadãos luíseduardenses durante os dois dias de campanha “As estatísticas no Brasil e no mundo apontam que o problema ainda é substancial. Atividades educativas, como as que desenvolvemos, são essenciais para a redução desses números. Eu quero agradecer aos munícipes que não se furtaram em abraçar a causa”.

Ontem (20), a programação compreendeu a realização de blitz nos cruzamentos das Ruas Paraíba e José Cardoso de Lima, no Centro; Paraíba e São Francisco, bairro Mimoso II, bem como na Rua 31 de março, Jardim Paraíso; Rua Ibitiba e Praça Onero Costa, no Santa Cruz.

O trabalho infantil é um dos mais graves problemas do país. Um levantamento recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que há 2,7 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos nessa situação. Em geral, o número tem tendência de queda, mas continua preocupante, principalmente quanto à faixa etária de 5 a 9 anos. Estudos demonstram que essa realidade prejudica o desenvolvimento físico, psicológico e intelectual das crianças e dos adolescentes. Esses jovens são afastados do convívio familiar e perdem o tempo que deveria ser destinado para brincar, descansar e estudar. Ademais, acabam ficando vulneráveis a diversas formas de violência.

A Constituição Federal, em seu artigo 7º, proíbe no Brasil o trabalho noturno, perigoso ou insalubre aos menores de 18 anos e qualquer trabalho aos menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos.

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